Reserva, Felipe?
- 15 de dez. de 2018
- 2 min de leitura
Atualizado: 2 de mai. de 2022

Um fundo (ou reserva) de emergência nada mais é que uma reserva financeira que você faz contra algo inesperado.
Esses imprevistos podem ser desde problemas no carro, despesas médicas ou gastos em começo de ano. Até um mês de desempenho abaixo do esperado nos negócios, pode ser causa para uso da RE, principalmente para pessoas que vivem de comissões ou com a maior parte da renda sendo de fontes variáveis.
Essa foi a resposta dada por Felipe quando lhe perguntaram sobre 'o que é reserva de emergência?'.
Muitas e muitas vezes o ouviram falar sobre o assunto, mas nunca entenderam. Especialmente seus colegas de trabalho, lá no Ponto de Mototaxi, que eram os mais expostos as instabilidade da profissão, como ele alertou.
Felipe me falou que possui uma reserva de emergência 6 (seis) vezes maior que o valor que ele costumava ter de despesas, por mês – esse é um padrão aceitável -, mas informou também que algumas pessoas precisam ter esse consistência de reserva um pouco maior, se possível, para poder ‘ficar’ tranquilo, já que alguns meses podem ser menos rentáveis que outro e muitos imprevistos podem vir acompanhando esses 'meses fracos'.
Numa pesquisa que fiz, vi uma informação importante:
‘’O fundo de emergência deve ser mantido de forma muito líquida e conservadora. A intenção dele não é obter o máximo de rendimento e sim estar guardado num local seguro, que não ofereça riscos de perdas e que possa ser sacado assim que a necessidade aparecer.’’
Felipe falou também, que o compromisso é tão importante que devemos ‘esquecer’ nosso fundo de emergência, pois ele só deve ser mexido caso surja uma ‘emergência’, como o próprio nome diz, – problemas de saúde, demissões, rendimentos menores que o previstos no seu negócio e etc.
- Nada de usa-los para fazer viagens, trocar o carro ou algo que fazer investimentos sem possibilidade de resgate imediato. Ele deve ser direcionado para emergências e nos ajudar a evitar ‘mergulhar’ numa série de dividas e empréstimos com cartões e bancos, disponíveis aos que estão despreparados.

Como eu não tinha reserva e as coisas estavam indo ‘meio’ difícil, perguntei a ele: 'O que fazer quando não se consegue ‘sobrar’ nada do que a gente ganha?’. A resposta foi: ‘Se você tiver R$ 50 para contratar uma assinatura na Desiire chamada Divida Investida, todo mês, pelo tempo que quiser, você vai descobrir que já tem dinheiro no seu bolso e ainda não percebeu que pode começar uma reserva. Também vai poder direcionar sua reserva para um Tesouro Selic, CDB (diário), LCI ou LCA (diária) dentre outros, conforme a orientação do seu Consultor’.
Hoje, alguns de nós já possui reserva de emergência, os outros continuam na mesma situação, esperando que, quando for preciso, os limites oferecidos pelas empresas de cartões e os bancos irão socorre-los.
Não só o que Felipe falou, me ajudou, como os conteúdos disponibilizados pela Desiire, parte do ‘pacote’ do plano de assinatura que adquiri, estão enriquecendo a área de financias que eu não tinha explorado.

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